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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Parada respiratória...

Como fazer a respiração artificial ou de socorro: Afrouxe roupas, desobstrua a circulação do pescoço, peito e cintura. Desobstrua as vias aéreas (boca ou garganta). Coloque a vítima em uma posição correta. 

Observação importante: ficar atento para reiniciar o processo a qualquer momento, caso seja necessário. Quando ocorre a parada respiratória, é necessário que a respiração da vítima seja imediatamente restabelecida. Caso contrário, ela estará sujeita a morte em poucos instantes. 

Como detectar: Observar os sinais graves: Se o peito da vítima não se mexer ou se os lábios, face, língua e unhas ficarem azulados, certamente houve parada respiratória. 


Ritmo respiração artificial 15 respirações por minuto.
 
Métodos de Respiração Artificial: Método boca-a-boca (para crianças). Deitar a criança com o rosto para cima e a cabeça inclinada para trás. Levantar o queixo projetando-o para fora. Evitar que a língua obstrua a passagem de ar. Colocar a boca sobre a boca e o nariz da criança e soprar suavemente até que o pumão dela se encha de ar e o peito se levante. Deixe que ela expire livremente e repita o método com o ritmo de 15 respirações por minuto. Pressione também o estômago para evitar que ele se encha de ar.

Método boca-a-boca (para adultos). Deitar a vítima de costas. Levantar o pescoço com uma das mãos, inclinando a cabeça para trás. Com a mesma mão, puxe o queixo da vítima para cima, impedindo que a língua obstrua a entrada e saída de ar. Coloque a boca sobre a boca. Feche bem as narinas da vítima com o polegar e o indicador. Depois sopre dentro da boca até que o peito se levante e deixe que o indivíduo expire livremente. Repita o processo na freqüência de 15 vezes por minuto.


Método de Holger - Nielsen
Se você verificar:
* Falta de condições para praticar a respiração boca-a-boca
* E que o paciente que não tem fraturas, pode tentar um outro tipo de respiração de socorro, cujo método consiste em combinar a pressão exercida nas costas da vítima com movimentos dos braços.


 Deite o paciente de bruços, com a cabeça apoiada nas mãos, que devem estar uma sobre a outra, e o rosto voltado para um dos lados para que o nariz e a boca possam respirar.
Ajoelhe-se junto à cabeça da vítima e espalme as mãos em suas costas. Os pulsos devem ficar  à altura de uma linha imaginária que ligue as axilas.
Movimente-se vagarosamente para a frente até que seus braços estejam quase verticais. Aumente a pressão gradativamente. Ajuste o peso de seu corpo sobre as costas da vítima e não faça um movimento brusco de compressão final.
Deslize as mãos sobre as costas do acidentado (em direção à cabeça dele) até a altura dos braços.


Segure os cotovelos da vítima e levante seus braços para trás até sentir a resistência máxima dos ombros. Ritmo da respiração de socorro: 12 vezes por minuto.
Prossiga a respiração de socorro sem interrupção até que a respiração normal seja restabelecida, se necessário durante 4 horas ou mais até que chegue um profissional de saúde.


Respiração de socorro- Método Sylvester:
(Pode ser empregado quando não for possível aplicar a respiração boca-a-boca)

* Coloque a vítima com o rosto voltado para cima
* Ajoelhe-se de frente para vítima e ponha a cabeça dela entre os seus joelhos
* Segure-lhe os braços, pelos pulsos, cruzando-os e comprimindo-os contra a parte inferior do peito
* A seguir puxe os braços da vítima para cima, para fora e para trás o mais que puder
Repita o movimento 15 vezes por minutos

Cuidados: Mantenha a vítima aquecida e afrouxe as roupas dela. Aja imediatamente, sem desanimar. Mantenha a vítima deitada. Não dê líquidos para a vítima inconsciente. Nunca dê bebidas alcoólicas logo após recobrar a consciência. São aconselháveis café ou chá. O transporte da vítima é desaconselhável, a menos que seja possível manter o ritmo da respiração de socorro. A posição precisa ser deitada. Procure um médico e transporte a vítima quando ela se recuperar. Ligar para o 192 (Samu), 193 (Bombeiros) ou levar a vítima para o hospital.

O que pode causar: 
Gases venenosos, vapores químicos ou falta de oxigênio. Procedimento: remover a vítima para local arejado e fora de perigo de contaminação. Em seguida, aplique a respiração artificial pelo método boca-a-boca.

Afogamento. Procedimento: retirar a vítima da água. Inicie a respiração artificial imediatamente assim que ela atinja local plano, como por exemplo, no próprio barco. Agasalhe e comprima o estômago, se necessário, para expulsar o excesso de água.

Sufocação por saco plástico. Procedimento: rasgar e retirar o saco plástico, depois iniciar a respiração boca-a-boca.

Choque elétrico. Procedimento: não tocar na vítima até ter a certeza que ela não está mais em contato com a corrente. Pode-se desligar a tomada quando possível ou tentar afastar a vítima do contato elétrico com uma vara ou algo semelhante que não seja condutor elétrico. Em seguida inicie a respiração artificial.

Abalos violentos resultantes de explosão ou pancadas na cabeça e envenenamento por ingestão de sedativos ou produtos químicos. Procedimento: iniciar imediatamente a respiração boca-a-boca.

Soterramento. Procedimento: fazer respiração boca-a-boca vigorosamente, evitando novos desmoronamentos. Tentar liberar o tórax da vítima. 

 Sufocação por corpos estranhos nas vias aéreas do bebê, da criança, do adulto. Procedimento: desobstruir as vias aéreas e iniciar a respiração artificial.

Leia mais: Primeiros socorros em caso de parada
        
               Veja este vídeo e entenda mais sobre: parada respiratória


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